Pensamentos do Santo Padre
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Criação como lugar da aliança
O processo da criação aparece estruturado no quadro de uma semana que se orienta para o Sábado, encontrando neste a sua perfeição.
Para Israel, o Sábado era o dia em que todos podiam participar no repouso de Deus, em que homem e animal, senhor e escravo, grandes e pequenos estavam unidos na liberdade de Deus. Assim o Sábado era expressão da aliança entre Deus, o homem e a criação.
Deste modo, a comunhão entre Deus e o homem não aparece como um acréscimo, algo instaurado posteriormente num mundo cuja criação estava já concluída. A aliança, a comunhão entre Deus e o homem, está prevista no mais íntimo da criação.
Sim, a aliança é a razão intrínseca da criação, tal como esta é o pressuposto exterior da aliança.
Deus fez o mundo, para haver um lugar no qual Ele pudesse comunicar o seu amor e a partir do qual a resposta de amor retornasse a Ele.
Diante de Deus, o coração do homem que Lhe responde é maior e mais importante do que todo o imenso universo material que, certamente, já nos deixa vislumbrar algo da grandeza de Deus.
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Música e a sua Espiritualidade
A música é capaz de abrir as mentes e os corações à dimensão do espírito e conduz as pessoas a levantar o olhar para o Alto, a abrir-se ao Bem e ao Belo absolutos, que têm a nascente última em Deus.
A alegria do canto e da música são também um convite constante para os crentes e para todos os homens de boa vontade a empenhar-se para dar à humanidade um futuro rico de esperança.
Além disso, a experiência de tocar numa orquestra acrescenta também a dimensão coletiva: as provas contínuas guiadas com paciência; o exercício da escuta dos outros músicos; o compromisso de não tocar "sozinhos", mas de fazer com que as diversas "cores orquestrais" – mesmo mantendo as próprias características – se fundem juntas; a busca comum da melhor expressão, tudo isto constitui uma "palestra" formidável, não só a nível artístico e profissional, mas sob o perfil humano global.
Papa Bento XVI
29 de Março de 2010
Jesus é a plenitude da Revelação
Deus dá-se a conhecer, revela-se, entra na história, agindo por meio de
mediadores, como Moisés, os Juízes, os Profetas, que comunicam ao seu povo a Sua
vontade.
Esta revelação alcança a sua plenitude em Jesus Cristo. N’Ele, Deus vem visitar a humanidade, de um modo que excede tudo o que se podia esperar: fazendo-Se homem. Com Cristo, se concretiza um desejo que permeava todo o Antigo Testamento: ver a face de Deus.
De fato, por um lado, o povo de Israel sabia que Deus tinha uma face, ou seja, é Alguém com quem podemos entrar em relação, mas por outro lado, estavam cientes de que era impossível, nesta vida, ver a face de Deus; esta permanecia misteriosa, inacessível e, portanto, não representável.
Mas, com a Encarnação, Deus assume uma face humana.
Jesus nos mostra a face de Deus e por isso é o Mediador e a plenitude de toda a revelação: n’Ele vemos e encontramos o Pai; n’Ele podemos invocar a Deus como Pai; n’Ele temos a salvação.
Esta revelação alcança a sua plenitude em Jesus Cristo. N’Ele, Deus vem visitar a humanidade, de um modo que excede tudo o que se podia esperar: fazendo-Se homem. Com Cristo, se concretiza um desejo que permeava todo o Antigo Testamento: ver a face de Deus.
De fato, por um lado, o povo de Israel sabia que Deus tinha uma face, ou seja, é Alguém com quem podemos entrar em relação, mas por outro lado, estavam cientes de que era impossível, nesta vida, ver a face de Deus; esta permanecia misteriosa, inacessível e, portanto, não representável.
Mas, com a Encarnação, Deus assume uma face humana.
Jesus nos mostra a face de Deus e por isso é o Mediador e a plenitude de toda a revelação: n’Ele vemos e encontramos o Pai; n’Ele podemos invocar a Deus como Pai; n’Ele temos a salvação.
AUDIÊNCIA GERAL do Papa Bento XVI
16 de Janeiro de 2013
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